Com mais de 4,8 milhões de seguidores, o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, idealizado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), e a “Tropa do Flávio”, que reúne mais de 1,7 milhão de seguidores, mostram o alcance dessas ferramentas na disputa presidencial. Além de mobilizar apoiadores, os canais levantam questões sobre a circulação de desinformação e os limites da atuação da Justiça Eleitoral, como mostrou a suspensão e posterior reativação do canal ligado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Os grupos permitem distribuir mensagens em larga escala, mas o número de seguidores não indica quantos eleitores podem ser convencidos a mudar de voto. Especialistas ouvidos pelo R7 apontam que essas ferramentas são especialmente úteis para mobilizar quem já se identifica com um candidato, enquanto a capacidade de alcançar indecisos é mais difícil de medir.