Piauí terá 890 moradias contempladas pelo Minha Casa, Minha Vida em Teresina, Piripiri e Coivaras

Portarias do Ministério das Cidades colocam 840 unidades urbanas na etapa de aptidão para contratação e autorizam a contratação de 50 moradias rurais

O Piauí avançou em mais uma etapa para ampliar o acesso à moradia. Duas portarias do Ministério das Cidades contemplam 890 unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida em Teresina, Piripiri e Coivaras. Os atos, publicados no Diário Oficial da União, contemplam 840 moradias urbanas aptas à contratação e autorizam a contratação de outras 50 unidades rurais.

Minha Casa, Minha Vida Secom
   

A Portaria MCID nº 1.412/2026, que contempla 840 unidades habitacionais urbanas, tem recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Desse total, 720 moradias estão distribuídas em cinco empreendimentos em Teresina, e outras 120 integram o Condomínio Jardins Petecas II, em Piripiri.

Em Teresina, os projetos contemplados são:

Segundo o diretor-geral da Agência de Desenvolvimento Habitacional do Piauí (ADH-PI), Igor Neri, ainda é necessário cumprir os procedimentos previstos pelo programa. “A aptidão à contratação é uma etapa importante, porque indica que as propostas habitacionais estão habilitadas a avançar no processo de contratação, mas não significa que os contratos já foram assinados ou que as obras podem começar imediatamente. Cada avanço representa uma oportunidade de ampliar o acesso à moradia digna e reforça a importância da parceria entre o Governo Federal e os estados na redução do déficit habitacional”, explica.

Moradias rurais 

Já a Portaria MCID nº 1.449/2026 autoriza a contratação de 50 unidades habitacionais da modalidade Minha Casa, Minha Vida Rural, em Coivaras. A proposta é voltada para famílias da agricultura familiar e conta com a participação do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do município.

De acordo com a Agência de Desenvolvimento Habitacional do Piauí (ADH), a contratação dos empreendimentos envolve a Caixa Econômica Federal, responsável pela análise e formalização dos contratos com os proponentes. No caso dos projetos urbanos, as propostas ainda aptas à contratação precisam avançar nas etapas exigidas pelo agente financeiro.

A publicação das portarias não significa que as inscrições para as famílias já estejam abertas. Na Faixa 1 do programa, a seleção dos beneficiários é realizada pelas prefeituras, conforme as regras federais e os critérios de elegibilidade, com base nas informações do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

A população deve acompanhar os canais oficiais das prefeituras para obter informações sobre eventuais inscrições, critérios de participação e divulgação das famílias selecionadas.