A palmada pode interromper um comportamento inadequado de forma imediata, mas não ensina a criança a compreender o erro nem a desenvolver autocontrole. É o que afirma a neuropsicopedagoga Silvia Kelly Bosi, especialista em desenvolvimento infantil. Segundo ela, diante da ameaça, o cérebro infantil prioriza a autoproteção, o que favorece respostas por medo e não por aprendizado.
O alerta ocorre após pesquisa Quaest, encomendada pelo Instituto Infinis, mostrar que 56% dos brasileiros concordam que crianças devem apanhar quando “passam dos limites”.