Piauí permanece como o estado com maior percentual de pessoas recebendo programas sociais, diz IBGE

A segunda fonte de rendimentos que não são oriundos do trabalho no estado são as aposentadorias e pensões

O Piauí registrou um aumento de 0,5 ponto percentual na proporção de pessoas que receberam algum tipo de programa social governamental, alcançando 17,2% da população em 2025. A média nacional de pessoas que receberam esse tipo de rendimento foi de 9,1%, com 8,1 pontos percentuais abaixo do indicador observado no Piauí. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNADC, do IBGE, divulgados nesta sexta-feira (08). 

Dessa forma, os programas sociais são a principal fonte de rendimento que não provém do trabalho na população piauiense, diferentemente do que acontece em escala nacional, em que a principal fonte de rendimento diversa do trabalho são as aposentadorias e pensões, recebidas por 13,8% da população brasileira. 

  

Bolsa Família é um dos programas do Governo Federal
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A segunda fonte de rendimentos que não são oriundos do trabalho no Piauí são as aposentadorias e pensões, recebidas por 15,8% da população. Um aumento de 1,1 ponto percentual em relação a 2024, o que indica um envelhecimento da populacional.

 

Dados divulgados pelo IBGE
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Diminuiu o percentual de pessoas com rendimento de trabalho no Piauí em 2025

A proporção de pessoas que receberam rendimento decorrente de trabalho teve uma redução em 2025 no Piauí, quando alcançou 38,3% da população residente no estado. Uma redução de 1,1 ponto percentual em relação à 2024, após 4 anos consecutivos de aumento. A média nacional desse indicador, por sua vez, subiu de 47,1% para 47,8% no mesmo período.

O Piauí foi o estado com o quarto menor percentual de pessoas com rendimento de corrente do trabalho em 2025, superando apenas Alagoas (36,7%), Acre (36,9%) e Maranhão (37,5%). As unidades da federação com os maiores percentuais de pessoas com rendimentos decorrentes do trabalho naquele ano foram Santa Catarina (54%), SãoPaulo (53,3%) e o Distrito Federal (52,2%).