O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) tem monitorado eventuais dinâmicas de ingerência externa na disputa eleitoral no Brasil. A movimentação ocorre após a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) emitir um alerta formal, classificando como de nível “crítico” o risco de interferência dos Estados Unidos no processo eleitoral de 2026.
O R7 apurou que a Corte acompanha o diagnóstico por meio de sua estrutura de inteligência e cibersegurança, mantendo canal permanente com a Abin e as forças de segurança nacional.