Com forte atuação na campanha de reeleição do presidente Lula, nas Eleições de 2026, o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), é apontado para ocupar o Ministério da Fazenda. A imprensa nacional destacou, após vitória do líder petista, que o chefe do Executivo piauiense e o senador Camilo Santana (PT-CE) são cotados para assumir pastas importantes no Lula 4.
Rafael foi reeleito para o Governo do Piauí, o que implicaria na decisão de renúncia ao mandato. Nesta ocasião, o estado passaria a ser comandado pelo vice Washington Bandeira, também do Partido dos Trabalhadores (PT).
Antes de ser eleito governador, Fonteles chefiou a Secretaria de Fazenda no mandato de Wellington Dias. Já para Camilo seria destinada a Casa Civil. O objetivo seria projetar os dois em nível nacional já visando o cenário eleitoral de 2030.
Lula é reeleito presidente
Em uma virada histórica, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026 e foi reeleito presidente do Brasil com mais de 51% dos votos. A disputa, realizada neste domingo (25), foi marcada pela polarização entre os dois candidatos. Com o resultado, o petista, de 80 anos, torna-se o primeiro político a reverter uma derrota no primeiro turno e conquistar um quarto mandato presidencial, um feito inédito.
Com a eleição, Lula torna-se o primeiro presidente a conseguir uma virada no segundo turno após terminar atrás do adversário no primeiro turno. Desde 1989, nenhum candidato havia conseguido esse feito. A vitória já havia sido cravada pelo governador do Piauí, Rafael Fonteles, que se dedicou integralmente à campanha de Lula contra Flávio Bolsonaro.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado no segundo turno das eleições presidenciais de 2026, afirmou, na noite deste domingo (25/10), que irá pedir anulação do pleito. O filho do ex-presidente liderava em todas as pesquisas, mas perdeu a disputa para Lula (PT) em uma virada histórica.
Ele criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), em prorrogar o tempo de votação e o acusou de favorecer o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).