Nem Lula nem Flávio Bolsonaro. A avaliação de cientistas políticos é a de que quem pode ganhar com o caso Master é um candidato que aparece timidamente nas pesquisas. Renan Santos, do partido Missão, pode angariar alguns votos com o escândalo e o envolvimento de políticos no caso. Hoje, ele aparece nas pesquisas com o máximo de 2% de intenção de votos.
Para o cientista político do Real Time Big Data, Bruno Soller, “o caso Master tem impactado principalmente em uma coisa: ele vem reagrupando um eleitor que estava perdido depois da operação Lava Jato". “Esse eleitor teve seu ápice durante a operação, mas depois, com a turbulência social e econômica, ele se perdeu”, explica.