A Polícia Federal negou que tenha monitorado ilegalmente o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça e afirmou que os relatórios de inteligência usados por ele como argumento para determinar no início deste mês o afastamento do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, foram produzidos dentro dos limites previstos na lei.