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O delegado Charles Pessoa, em entrevista à TV Antena 10 e ao A10+, deu detalhes sobre as prisões das irmãs “Duquesa e Tinker Bell”, de 19 e 18 anos, suspeitas de integrarem a facção criminosa "PCC", na cidade de Altos, no Piauí.
As investigações apontam que as duas moravam em Teresina e foram embora após começarem a se relacionar com dois membros do grupo criminoso. De acordo com o delegado, as duas já eram monitoradas na capital piauiense.

TV Antena 10/A10+
"O foco realmente era esse núcleo familiar e conseguimos efetuar a prisão delas duas e apreender materiais importantes que vão subsidiar, inclusive, uma futura operação policial. Elas já faziam parte do PCC, conheceram os membros dessa facção lá na cidade de Altos e passaram a se relacionar com esses indivíduos. Foi por isso que elas saíram aqui da região do São Pedro, em Teresina, e migraram para a região de Altos", afirmou.
Charles ressaltou que chamou atenção a frieza de uma das duas, no momento da prisão. O companheiro de uma delas conseguiu fugir no momento da operação.
"Demonstrou muita tranquilidade e eu fiz alguns questionamentos: como é que você tá sendo presa e está tão tranquila? E ela: eu sei que amanhã eu já estarei na rua novamente fazendo, o que segundo ela relatou, que gosta, que é de integrar esse núcleo criminoso, mas estamos fazendo nosso papel, a Segurança Pública do Piauí vem desenvolvendo trabalho extraordinário e estamos dispostos, se eventualmente ela for colocar de liberdade, voltar a monitorá-la e prender novamente", afirmou.
Sobre a operação
Na operação foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão no âmbito de uma investigação que apura crimes cometidos por membros da organização criminosa, relacionados a tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de arma de fogo e descumprimento de medidas cautelares.
As diligências foram realizadas na área urbana central de Altos, em locais identificados pelas investigações como pontos de apoio e atuação de integrantes da facção.
A operação foi executada pelo Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) e contou com o apoio da Delegacia Seccional de União e da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil.
Fonte: Portal A10+