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O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, aproveitaram um evento administrativo, na manhã desta segunda-feira (06), em Teresina, para negar qualquer desentendimento político entre eles. Os dois participaram da solenidade de entrega de vans adaptadas com acessibilidade destinadas a 30 municípios piauienses. A cerimônia também contou com a presença de prefeitos e lideranças políticas.
Durante a agenda, Wellington Dias reforçou que a prioridade do grupo é o projeto político para o estado e descartou a existência de racha na base governista.

“Somos duas pessoas que sabemos o tamanho da responsabilidade que temos com o Piauí. Colocar o Piauí em primeiro lugar, colocar o povo em primeiro lugar. O que a gente quer, ao final, é o melhor projeto para o Piauí até 2030, garantindo a maior vitória para o povo, que não é a vitória de pessoas, é a vitória do povo”, afirmou o ministro.
O governador Rafael Fonteles seguiu a mesma linha e destacou a união do grupo político. “Como o ministro falou, somos dois líderes que temos muita responsabilidade com o povo do Piauí. E o que o nosso time mais sabe fazer é trabalhar pelo povo”, declarou.
Nos bastidores, especulações sobre divergências envolvendo a definição da vaga de vice na chapa majoritária para 2026 têm movimentado partidos da base aliada. Questionado sobre o tema, Wellington Dias afirmou que o momento é de diálogo e construção coletiva, especialmente dentro do Partido dos Trabalhadores (PT).
Segundo ele, a formação da chapa envolve diferentes partidos e exige entendimento político. “Não se trata de aprovar ou excluir ninguém. O entendimento coloca mais de uma alternativa, mais de uma proposta. Cada um colocando a responsabilidade e o Piauí na frente, a gente vai encontrando alternativa”, pontuou.
No PT, o presidente estadual, Fábio Novo, também minimizou a falta de consenso interno e classificou como natural o debate dentro da legenda. “É normal no PT termos pensamentos diferentes e que, ao final, sempre termina convergindo. Unanimidade no PT é praticamente impossível, mas sempre chegamos a um denominador comum”, afirmou.
Fonte: Portal A10+