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A PMDF (Polícia Militar do Distrito Federal) enviou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), um documento no qual detalha os dias do ex-presidente Jair Bolsonaro, inclusive quando foi internado, no último dia 13, e cita risco de morte.
Bolsonaro foi internado na sexta-feira (13). No dia, a PM disse que a escolta teve início às 6h52, após a avaliação e determinação da médica de plantão, em razão do risco de morte. O trajeto foi concluído por volta das 8h55, com a chegada ao Hospital DF Star.

No dia, Bolsonaro recebeu a visita da esposa, Michelle, e da filha Laura.
Em boletim diário divulgado nesta sexta-feira (20), os médicos que acompanham o ex-presidente detalharam que ele mantém quadro de “boa evolução clínica” e laboratorial, mas segue sem previsão de alta hospitalar.
O político, que está internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital particular DF Star, em Brasília, deve passar o aniversário internado. Ele completa 71 anos neste sábado (21).
Infecção
Ele foi levado ao hospital após apresentar quadro de vômitos e calafrios.
No mesmo dia, ele acabou internado na UTI do hospital, com diagnóstico de infecção pulmonar. Porém, passou a ter falhas na função renal ao longo do fim de semana.
O boletim detalha, ainda, que Bolsonaro segue em tratamento com antibióticos injetáveis, suporte clínico intensivo, além de fisioterapias respiratória e motora.
A defesa do ex-presidente tenta conseguir no STF autorização para o retorno de Bolsonaro ao regime de prisão domiciliar, sob alegação de que ele precisa de acompanhamento constante. No entanto, a prisão em que o político fica conta com médico disponível 24 horas por dia.
Fonte: R7