Justiça mantém condenação de ex-prefeitos acusados de simular empréstimos consignados - Polícia
CONDENAÇÃO

Justiça mantém condenação de ex-prefeitos acusados de simular empréstimos consignados

Crime aconteceu em Guadalupe, Marcos Parente e Landri Sales


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A Justiça negou a apelação e manteve a sentença do juiz Breno Borges Brasil, da Comarca de Guadalupe, que condenou Joedison Alves Rodrigues, Juraci Alves Guimarães Rodrigues, Jessé Pereira de Araújo Júnior, Romeu Carvalho da Fonseca e Maria Félix da Costa e Silva por improbidade.

  
Reprodução
 
 
 

De acordo com a denúncia, Juraci Alves, ex-prefeita do município de Marcos Parente, simulava empréstimos consignados fraudulentos em conluio com ocupantes de cargos em comissão, ocasionando dano ao erário. A denúncia aponta que o crime teria sido replicado também no município de Landri Sales, na gestão do ex-prefeito Joedison Alves, com modus operandi idêntico.

Diante dos fatos apresentados, Joedison Alves Rodrigues foi condenado a 11 anos, dois meses e 19 dias de reclusão e à perda dos cargos ou funções públicas que eventualmente exerça em quaisquer entes federativos. O cumprimento inicial deve se dar em regime inicial fechado, na Penitenciária de Floriano, só podendo o réu progredir ao comprovar o ressarcimento do dano ao erário.

Juraci Alves Guimarães Rodrigues foi condenada a 14 anos e quatro meses e 12 dias de reclusão e à perda dos cargos ou funções públicas que eventualmente exerça em quaisquer entes federativos. O cumprimento inicial deve se dar em regime inicial fechado, na Penitenciária Feminina de Teresina, também só podendo a ré progredir ao comprovar o ressarcimento do dano ao erário.

Jessé Pereira de Araújo Júnior foi condenado a dois anos e seis meses de reclusão e à perda dos cargos ou funções públicas que eventualmente exerça em quaisquer entes federativos. A pena privativa de liberdade foi substituída por uma pena restritiva de direito e multa.

Já Romeu Carvalho da Fonseca foi condenado a dois anos e 11 meses de reclusão e à perda dos cargos ou funções públicas que eventualmente exerça em quaisquer entes federativos. A pena restritiva de liberdade foi substituída por uma pena restritiva de direito e multa.

E Maria Félix da Costa e Silva foi condenada a um ano e quatro meses de reclusão e à perda dos cargos ou funções públicas que eventualmente exerça em quaisquer entes federativos. A pena restritiva de liberdade foi substituída por uma pena restritiva de direito e multa.

Fonte: Portal A10+


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