📲 Siga o A10+ no Instagram, Facebook e Twitter.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (09), a Operação Silêncio Quebrado 11, com o objetivo de combater crimes de abuso e exploração sexual infantojuvenil praticados no ambiente digital. Embora a ação tenha ocorrido em Fortaleza, no Ceará, os mandados judiciais foram expedidos em Parnaíba, no litoral do Piauí.
Durante a ação, um homem foi preso preventivamente no momento em que tentava embarcar no Aeroporto Internacional de Fortaleza. Além da prisão, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão, resultando na coleta de dispositivos eletrônicos que serão submetidos à perícia técnica.

As investigações apontam que o suspeito já responde a uma ação penal pelo crime de produção de material de abuso sexual infantojuvenil. A Polícia Federal também apura a possível prática de estupro, em um contexto diretamente relacionado à produção das imagens investigadas.
Os equipamentos apreendidos deverão fornecer novos elementos para o aprofundamento das investigações, que seguem sob responsabilidade da Justiça Federal em Parnaíba. A operação reforça o papel estratégico do município no combate a crimes cibernéticos e à exploração sexual de crianças e adolescentes, especialmente aqueles praticados em redes digitais.
A Polícia Federal lembra que vender, armazenar ou compartilhar imagens, vídeos ou qualquer outro tipo de registro de abuso sexual envolvendo crianças ou adolescentes é crime, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com penas severas.
Alerta aos pais e responsáveis
A PF também faz um alerta sobre a importância da orientação e do monitoramento de crianças e adolescentes no ambiente virtual. Conversar abertamente sobre os riscos da internet, orientar o uso seguro de redes sociais, jogos e aplicativos, além de acompanhar de perto as atividades online dos jovens, são medidas fundamentais de proteção.
Mudanças repentinas de comportamento, como isolamento, medo excessivo ou segredo em relação ao uso de celulares e computadores, podem ser sinais de alerta e devem ser observadas atentamente pelos responsáveis.
Fonte: Portal A10+