Após morte de jovem em prática de rope jump, deputado propõe regras de segurança para esportes radicais no Piauí - Política
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Após morte de jovem em prática de rope jump, deputado propõe regras de segurança para esportes radicais no Piauí

Proposta estabelece diretrizes para empresas de turismo de aventura, exige capacitação de profissionais e prevê punições em caso de descumprimento


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A trágica morte da jovem de 21 anos Maria Eduarda Rodrigues de Freitas durante a prática de rope jump em Limeira, interior de São Paulo, motivou a apresentação de um Projeto de Lei Ordinária (PLO) que estabelece diretrizes de segurança para a prestação de serviços de turismo de aventura e esportes radicais no Piauí. A proposta foi lida na sessão plenária da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) desta terça-feira (16) e é de autoria do deputado estadual Gessivaldo Isaías (MDB).

Segundo o parlamentar, o objetivo da iniciativa é garantir a integridade física dos participantes, dos profissionais envolvidos e também de terceiros que possam ser afetados pela realização dessas atividades.

  

Após morte de jovem em prática de rope jump, projeto propõe regras de segurança para esportes radicais no Piauí
Reprodução

   

De acordo com o texto do projeto, o acidente registrado em São Paulo acendeu um alerta para a necessidade urgente de regulamentação das práticas de turismo de aventura e esportes radicais em território piauiense. A proposta busca estabelecer padrões mínimos de segurança para empresas e organizadores que atuam no setor.

Entre as medidas previstas estão a obrigatoriedade de observância das normas técnicas expedidas por órgãos competentes e entidades oficiais de normalização reconhecidas no país, além da adoção de procedimentos de gerenciamento e mitigação de riscos.

O projeto também determina a realização de manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos utilizados nas atividades, a utilização de materiais adequados e certificados, bem como a disponibilização de profissionais, instrutores e condutores com capacitação compatível com cada modalidade.

Outro ponto destacado na proposta é a exigência de protocolos específicos para atendimento a emergências e operações de resgate, visando uma resposta rápida e eficiente em situações de risco.

Além das normas de segurança, o texto estabelece um conjunto de documentos que deverão ser apresentados obrigatoriamente pelas empresas responsáveis pela promoção dessas atividades. A proposta também prevê sanções para os casos de descumprimento das exigências, podendo resultar em penalidades administrativas.

Fonte: Portal A10+


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