Lula confirma Alckmin como pré-candidato a vice-presidente para as eleições 2026 - Política
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Lula confirma Alckmin como pré-candidato a vice-presidente para as eleições 2026

Segundo o petista, ao menos 14 ministros confirmaram a saída do governo, mas outros ainda devem anunciar


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou o nome de Geraldo Alckmin como pré-candidato a vice-presidente na disputa das eleições deste ano. Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, está entre os chefes que vão deixar os cargos para disputar o pleito.

O calendário eleitoral estabelece que ocupantes de cargos no Executivo que desejam participar do pleito precisam deixar seus postos até este sábado (4).

 
Lula confirma Alckmin como pré-candidato a vice-presidente para as eleições 2026
Ricardo Stuckert
 

No discurso, Lula disse que Alckmin apresentaria as mudanças realizadas durante a gestão, já que ele “vai ter que deixar o MDIC porque é candidato a vice-presidente da República outra vez”.

O nome de Alckmin estava sendo cogitado para disputar uma das vagas do Senado por São Paulo. Anteriormente, Lula mencionou que ficaria “imensamente feliz” em contar com o vice novamente. Apesar disso, o petista indicou que Alckmin também pode desempenhar um papel estratégico ao concorrer ao legislativo.

Segundo o petista, ao menos 14 ministros confirmaram a saída do governo e outros 4 ainda devem informar a decisão. “Pelo menos 14 companheiros já comunicaram que deixarão o governo a partir de hoje, mas faltam companheiros que vão anunciar daqui a pouco, e quem sabe mais alguns depois. Até quinta à noite é tempo de anunciar”, completou.

Além disso, Lula negou que fará um novo plano de governo e afirmou que os nomes que forem assumir os ministérios devem concluir o que está no planejamento.

Mudanças nos ministérios

Até o momento, está confirmado que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deixará o cargo para concorrer ao governo de São Paulo. Também é certa a saída do chefe da Casa Civil, Rui Costa, que deve disputar o Senado pela Bahia.

A expectativa é de que outras mudanças ocorram nos próximos dias, à medida que se aproxima o prazo de desincompatibilização.

Um mapeamento anterior feito pelo próprio governo indicava que mais de 20 ministros eram cotados para deixar os cargos e participar da disputa, o que pode ampliar o alcance da reforma ministerial.

Saída confirmada

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já deixou o governo e lançou pré-candidatura ao governo de São Paulo.

O chefe da Casa Civil, Rui Costa, também se afastará do posto e concorrerá ao Senado pela Bahia.

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, confirmou a candidatura para concorrer ao Senado por São Paulo.

Podem disputar governos estaduais

O ministro dos Transportes, Renan Filho, é cotado para disputar o Governo de Alagoas.

O ministro da Educação, Camilo Santana, deve ser candidato ao Governo do Ceará.

Podem disputar o Senado

O ministro do Esporte, André Fufuca, pode ser candidato ao Senado pelo Maranhão.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, é cotado para disputar o Senado pelo Amapá.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, é cotada para uma disputa ao Senado.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, deve tentar a reeleição ao Senado por Mato Grosso.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, deve disputar o Senado pelo Paraná.

Podem disputar a Câmara dos Deputados

O ministro das Cidades, Jader Filho, deve concorrer a deputado federal pelo Pará.

O ministro da Pesca, André de Paula, pode disputar vaga na Câmara por Pernambuco.

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, avalia candidatura a deputada federal pelo Rio de Janeiro.

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, deve disputar a reeleição como deputado federal por São Paulo.

A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, deve buscar a reeleição como deputada federal.

O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, também é cotado para disputar vaga na Câmara por Pernambuco.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, planeja candidatura à reeleição para deputado.

Podem disputar assembleias estaduais

A ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, deve concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Situações indefinidas

O ministro do Empreendedorismo, Márcio França, avalia disputar um cargo eletivo em São Paulo.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pode concorrer a um cargo por Minas Gerais.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, deve participar da articulação eleitoral e é cotado para compor chapa em 2026.

O ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, deve deixar o governo para fazer o marketing da campanha de reeleição de Lula.

Fonte: R7


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