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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou, nesta sexta-feira (3), a saída dos ministros Geraldo Alckmin (Desenvolvimento e Indústria) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais).
A exoneração de ambos foi confirmada em edição extra do Diário Oficial, encerrando a rodada de exonerações de ministros. Foram 16 que deixaram os cargos, de olho nas eleições.

A publicação de Alckmin e Gleisi não foi acompanhada da confirmação dos substitutos, o que indica que ainda há negociação para definir os novos comandos dos ministérios.
As duas pastas são tidas como chave em 2026. O ministério do Desenvolvimento tem coordenado as negociações para ampliar a lista de produtos alvo do tarifaço nos Estados Unidos, enquanto a SRI, que estava com Gleisi, é responsável por negociações com o Congresso Nacional.
Trocas na Esplanada
A saída dos dois ministros eleva para 17 o número de mudanças na Esplanada, motivadas em maioria pela disputa eleitoral. Para concorrer a algum cargo em outubro, ministros precisam se afastar da função pública.
A expectativa é de que 16 ministros concorram a um cargo. A maioria ao Senado, com poucas exceções, como o caso de Alckmin, que segue como vice. A outra mudança se dá pelo rearranjo entre o ministério da Agricultura e da Pesca — André Paula foi para a pasta da Agricultura e, ao deixar o antigo ministério, provocou uma troca na Pesca.
Fonte: R7