Pix poderá ser parcelado a partir de setembro; veja as novidades divulgadas pelo Banco Central

Novas funcionalidades e outros aperfeiçoamentos do meio de pagamento estão previstos para este ano

O Banco Central determinou que o comprovante de agendamento de um Pix deve conter o termo “Agendamento Pix” e ícone do tipo “calendar clock”. Já os comprovantes de pagamentos concluídos devem conter o ícone do tipo check.

A medida começou a vigorar na última terça-feira (1º), para combater o golpe do falso comprovante e facilitar que o recebedor identifique que uma transação foi, de fato, concluída.

  

Pix poderá ser parcelado a partir de setembro; veja as novidades divulgadas pelo Banco Central Bruno Peres / Agência Brasil
   

Além dessa regra de segurança, o Banco Central divulgou nesta quinta-feira (3) outras novidades ligadas ao meio de pagamento, como o Pix Parcelado, que deverá começar em setembro, e o Pix em garantia, para uso em garantia de empréstimos.

Em evento para comemorar os 60 anos da instituição, na quarta-feira (2), o presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que uma das prioridades neste ano será a modernização do Pix, com a criação de funcionalidades e a melhoria de modalidades já existentes.

Veja a seguir as mudanças previstas para o sistema de pagamento instantâneo:

Pix Automático

Pix Parcelado

“A funcionalidade tem potencial para estimular o uso do Pix no varejo para a compra de bens e serviços de valor mais elevado, favorecendo quem não tem acesso a esse tipo de operação.”

(Banco Central, em nota)

Sistema de devolução

“A medida foi feita para acelerar o processo de solicitação de devolução, aumentando a chance de os recursos transferidos por fraude serem bloqueados na conta do fraudador e devolvidos para a vítima.”

(Banco Central, em nota)

Pix em garantia

As medidas que já entraram em vigor neste ano:

Boleto com QR Code

Pix por aproximação

Agenda futura do Pix

Histórico

O Pix já é o meio de pagamento mais utilizado entre os brasileiros. Lançado oficialmente em novembro de 2020, o serviço de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central é usado por 76,4% da população. Em seguida, vêm o cartão de débito (69,1%) e o dinheiro (68,9%). Os dados estão na pesquisa O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro, publicada pelo BC.