Às vésperas das eleições, a relação entre os presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), segue marcada pelo distanciamento institucional.
O mal-estar — que surgiu a partir da indicação do advogado-Geral da União, Jorge Messias, ao STF (Supremo Tribunal Federal) — intensificou-se após a rejeição do nome, em abril, e perdura entre os dois Poderes. A situação, portanto, tende a dificultar o andamento de pautas importantes para o governo federal em ano de eleições.