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O cenário político brasileiro está dividido entre direita e esquerda neste início de ano eleitoral. Segundo nova pesquisa da Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) monopolizam a disputa, deixando todos os possíveis candidatos de “terceira via” com menos de 12% das intenções de voto.

Possíveis ‘terceiros’ A pesquisa analisou três cenários diferentes para as urnas em outubro, cada um com um nome alternativo: o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD); o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD); e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil).
Cenário 1 (com Ratinho Jr.):
Cenário 1 (com Ratinho Jr.) Arte/ R7

Lula (PT): 36% (homens) / 42% (mulheres).
Flávio Bolsonaro (PL): 33% (homens) / 27% (mulheres).
Ratinho Jr. (PSD): 9% (homens) / 11% (mulheres).
Cenário 2 (com Eduardo Leite):
Cenário 2 (com Eduardo Leite): Arte/ R7

Lula (PT): 37% (homens) / 43% (mulheres).
Flávio Bolsonaro (PL): 34% (homens) / 30% (mulheres).
Eduardo Leite (PSDB): 5% (homens) / 5% (mulheres).
Cenário 3 (com Ronaldo Caiado):
Cenário 3 (com Ronaldo Caiado): Arte/ R7

Lula (PT): 36% (homens) / 43% (mulheres).
Flávio Bolsonaro (PL): 34% (homens) / 30% (mulheres).
Ronaldo Caiado (União Brasil): 7% (homens) / 5% (mulheres).
Perfil dos eleitores
A pesquisa também detalhou o perfil dos eleitores. No aspecto regional, o Nordeste segue como a região com mais apoiadores do presidente Lula, onde o petista registrou 51% das intenções de voto. Já o Sul consolida-se como base da oposição, com Flávio Bolsonaro liderando com 40%.
Do ponto de vista socioeconômico, Lula tem maior intenção de voto entre quem ganha até dois salários mínimos (44%), enquanto Flávio Bolsonaro cresce na faixa acima de cinco salários mínimos (35%).
Pessimismo sobre o Congresso
Outro ponto destacado nas entrevistas diz respeito à percepção da população sobre o Legislativo.
Independentemente da preferência partidária, os brasileiros demonstram pessimismo: entre 73% e 93% dos entrevistados acreditam que a mudança na Presidência terá pouco efeito prático diante da atual composição do Congresso Nacional.
Fonte: R7