Toni Rodrigues defende candidatura própria do PL ao Governo do Piauí e critica possível aliança com o Centrão - Eleições 2026
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Toni Rodrigues defende candidatura própria do PL ao Governo do Piauí e critica possível aliança com o Centrão

Pré-candidato criticou a estratégia adotada nas eleições de 2022 quando, à época, Bolsonaro não teve palanque no Piauí na disputa contra Lula


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O jornalista e pré-candidato ao Governo do Piauí pelo Partido Liberal (PL), Toni Rodrigues, voltou a defender, em entrevista à TV Antena 10, que a legenda lance uma candidatura própria nas eleições de 2026. Em declaração, ele afirmou que a autonomia partidária e a necessidade de garantir um palanque para o presidenciável Flávio Bolsonaro são os principais motivos para sua posição.


Segundo Toni, todo partido tem o direito de apresentar um candidato e levar suas propostas diretamente ao eleitorado. Ele também argumentou que o PL precisa fortalecer a representação da direita no estado.

  

Toni Rodrigues defende candidatura própria do PL ao Governo do Piauí e critica possível aliança com o Centrão Reprodução

   

"O Partido Liberal tem direito de apresentar candidatura própria e, consequentemente, de levar suas propostas ao eleitorado", afirmou.

Durante a fala, Toni criticou a estratégia adotada pelo partido nas eleições de 2022. Ele relembrou que, à época, o então presidente Jair Bolsonaro não teve um palanque estruturado no Piauí, o que, em sua avaliação, prejudicou a campanha da direita no estado.

  

Bolsonaro e Lula Reprodução

   

O pré-candidato também declarou confiar na condução do presidente estadual do PL, Tiago Junqueira, para definir os rumos da legenda, mas reforçou que manterá sua posição em defesa da candidatura própria.

"Sou um soldado do PL e permanecerei no partido. Agora, do mesmo jeito que eu não posso obrigar o PL a lançar candidatura própria, o PL também não pode me obrigar a apoiar uma candidatura da qual eu discordo", disse.

Na avaliação de Toni Rodrigues, um eventual apoio a uma candidatura ligada ao Centrão representaria "mais do mesmo". Ele afirmou ainda que não vê diferenças significativas entre o PT e o Centrão e criticou decisões tomadas pela legenda nas eleições de 2022, quando o partido abriu mão da candidatura do então major Diego Melo, hoje coronel.

"Não se pode chegar a um destino diferente seguindo sempre pelo mesmo caminho. Essa é apenas a minha opinião", concluiu.

Fonte: Portal A10+


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