Segundo o analista político Fábio Zambeli, as pesquisas eleitorais tendem a ser mais imprecisas no primeiro turno devido à quantidade maior de ofertas e possibilidades. Já no segundo turno, as pessoas estão discutindo sobre os dois candidatos desde 5 de outubro, então o eleitor pode votar em um dos dois, anular ou não comparecer.
“Se ele vai para a urna, ele tem que escolher. Essa escolha já vai amadurecendo no transcorrer do segundo turno”, diz. O analista explica que, se determinado partido conseguir levar eleitores da sua base eleitoral e motivá-los a chegarem em maior peso nas sessões de votação do que o adversário, isso pode dar uma diferença dentro da margem de erro identificada pelos institutos de pesquisa.