📲 Siga o A10+ no Instagram, Facebook e Twitter.
Atualizado às 09h53
Uma jornalista de Teresina denunciou ter sido vítima de agressões físicas por parte do companheiro, neste domingo (26), dentro de um condomínio da capital. O suspeito é um policial militar e foi identificado como Gabriel Veras Tomaz Silva.
Ao A10+, o irmão da vítima relatou que a jornalista sofreu agressões o dia inteiro e só conseguiu ajuda no final da noite. A violência iniciou logo após a vítima acordar. Ela teria levantado da cama, feito café e retornou para deitar novamente. Nesse momento o agressor iniciou a violência.

Divulgação
Na parte da tarde, por volta das 13h30, segundo irmão da vítima, o agressor realizou uma série de agressões:
- Estrangulou a vítima diversas vezes;
- Bateu a cabeça da vítima contra o chão e paredes;
- Prensou o braço da vítima na porta;
- Imobilizou a cabeça da vítima contra o sofá;
- Empurrou a cabeça da vítima com os pés contra o braço do sofá até ela urinar nas roupas.
- Tentou forçar a cabeça da vítima em suas partes íntimas, depois dela tentar se defender apegando as partes íntimas dele
Para tentar se defender, a vítima conseguiu atingir o rosto do suspeito e usou um carregador para se proteger. O agressor é policial militar e estava armado.
Em determinado momento a vítima conseguiu se trancar no banheiro. O agressor jogou, por baixo da porta, munições, indicando que não estaria mais armado. Em seguida, quando saiu do banheiro, a vítima foi trancada no quarto.
Ela entrou em contato com o 190, familiares e um grupo de jornalistas para facilitar o socorro. Ela ficou trancada até a chegada da polícia. O agressor e a vítima foram encaminhados até a Casa da Mulher Brasileira, em viaturas distintas, para os procedimentos cabíveis.
O que diz a Polícia Militar
Em nota, a Polícia Militar do Piauí alegou que assim que tomou conhecido dos fatos, equipes foram direcionadas até o local da ocorrência para a realização dos trâmites necessários. Também esclareceu que a recebeu suporte e o suspeito foi levado ao presídio militar, onde deve ficar à disposição da Justiça.
A corporação instaurou um inquérito para apurar os fatos e a conduta do policial militar, assegurando o devido processo legal.
Confira nota

Fonte: Portal A10+