Oficial de Justiça que cuspiu em garçonete no litoral do Piauí é indiciado pela Polícia Civil; uma outra vítima foi xingada por ele - Polícia
INJÚRIA

Oficial de Justiça que cuspiu em garçonete no litoral do Piauí é indiciado pela Polícia Civil; uma outra vítima foi xingada por ele

Também foram solicitadas medidas cautelares, incluindo proibição de contato com vítimas e de frequentar o vilarejo de Barra Grande


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A Polícia Civil do Piauí concluiu o inquérito sobre o homem suspeito de xingar, ameaçar e cuspir no rosto de uma garçonete em um restaurante de Barra Grande, no município de Cajueiro da Praia, litoral do Piauí. O caso ocorreu nos dias 5 e 6 de agosto. Ele é oficial de Justiça do Pará. 

“Esse inquérito foi concluído com o indiciamento do autor. Ele foi identificado, trata-se de um oficial de justiça do Tribunal de Justiça do Pará. Nós também identificamos onde ele ficou hospedado. E, além da vítima que apareceu nas filmagens que foram amplamente divulgadas na mídia, uma outra, que também estava trabalhando no local, foi xingada por essa pessoa", disse o delegado João Filipe Leite.

 

Garçonete no Litoral do Piauí denuncia cliente que a agrediu e cuspiu em seu rosto após discussão por conta não paga
Reprodução

   

O homem foi indiciado por crimes cometidos contra as duas mulheres, além de ameaça e injúria real, após, segundo a investigação, cuspir no rosto de uma das vítimas. O caso teria começado após uma discussão sobre o pagamento da conta no restaurante. No dia seguinte, conforme relato de uma das vítimas, o investigado retornou ao estabelecimento e iniciou uma nova discussão.

“Além do indiciamento, nós pedimos também a aplicação de cautelares, que serão analisados pelo Judiciário. Dentre elas, pedimos a proibição de contato e de aproximação com as vítimas ou com testemunhas, quaisquer outras pessoas que foram ouvidas no inquérito. Também proibição dele frequentar Barra Grande, uma vez que as vítimas trabalham lá e circulam pelo vilarejo.”


De acordo com o delegado, a restrição de acesso a Barra Grande foi solicitada porque a presença do investigado na região poderia comprometer a eficácia das demais medidas de proteção. Com o encerramento da investigação, o inquérito foi encaminhado à Justiça e agora caberá ao Ministério Público avaliar se oferece denúncia contra o investigado.

Fonte: Portal A10+


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