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Iasmin Dias, filha do ministro Wellington Dias, recusou o convite para ser suplente do deputado Júlio César na disputa ao Senado das eleições 2026. Em publicação nas redes sociais, nesta segunda-feira (22), ela agradeceu pela sugestão do seu nome e destacou sua relação com a política, em especial com o Partidos dos Trabalhadores (PT), ao qual é filiada.

Divulgação
"Tomo essa decisão com tranquilidade e convicção pois ela não diminui em nada meu compromisso com a política, com o Partido dos Trabalhadores e, principalmente, com o Piauí. Sou filiada ao PT desde 2017. Mas minha relação com a vida pública começou muito antes. Cresci acompanhando de perto a construção de políticas públicas, participando de projetos, iniciativas e debates que ajudaram a transformar a realidade do nosso estado. Aprendi cedo que servir às pessoas é, antes de tudo, um compromisso permanente, não um cargo", escreveu.
No texto, a psicóloga e empreendedora manifestou apoio ao nome da ex-vereadora Rosário Bezerra para compor a suplência ao Senado. "Acredito que a política precisa ampliar espaços, renovar vozes e valorizar a participação das mulheres. Sua trajetória de dedicação ao Piauí, sua experiência e sua sensibilidade com as pessoas engrandecem esse projeto. Reafirmo, da mesma forma, meu respeito e meu apoio ao time do povo e as pré-candidaturas do Júlio César e Marcelo Castro ao Senado Federal, ao governador Rafael Fonteles e ao presidente Lula", afirmou.
Veja a íntegra do texto
Nos últimos meses, recebi inúmeras manifestações de carinho, incentivo e confiança de pessoas que defenderam meu nome para compor a chapa majoritária ao Senado, como suplente do pré-candidato @juliocesardopiaui .
A cada demonstração de apoio, senti o peso da responsabilidade que existe quando tantas pessoas acreditam em você. Por isso, minha primeira palavra é gratidão.
Agradeço, em especial, ao deputado federal Júlio César e à senadora Jussara pela generosidade e pela confiança ao sugerirem meu nome para essa missão. Recebo o gesto com honra e respeito.
Pedindo orientação a Deus e refletindo com serenidade o meu planejamento pessoal, profissional e familiar, decidi não aceitar o convite neste momento. Tomo essa decisão com tranquilidade e convicção pois ela não diminui em nada meu compromisso com a política, com o Partido dos Trabalhadores e, principalmente, com o Piauí.
Sou filiada ao PT desde 2017. Mas minha relação com a vida pública começou muito antes. Cresci acompanhando de perto a construção de políticas públicas, participando de projetos, iniciativas e debates que ajudaram a transformar a realidade do nosso estado. Aprendi cedo que servir às pessoas é, antes de tudo, um compromisso permanente, não um cargo.
Acredito que a política precisa ampliar espaços, renovar vozes e valorizar a participação das mulheres. Por isso, manifesto meu apoio ao nome da ex-vereadora Rosário Bezerra para compor a suplência ao Senado. Sua trajetória de dedicação ao Piauí, sua experiência e sua sensibilidade com as pessoas engrandecem esse projeto. Reafirmo, da mesma forma, meu respeito e meu apoio ao time do povo e as pré candidaturas do Júlio César e Marcelo Castro ao Senado Federal, ao governador Rafael Fonteles e ao presidente Lula.
Seguirei me dedicando as causas que considero essenciais para o desenvolvimento humano e social do nosso estado: a saúde mental, a inclusão da população neurodiversa, o acolhimento das famílias e a construção de oportunidades para quem mais precisa. É nelas que está, hoje, o centro do meu trabalho.
Sempre confiando em Deus, com gratidão, responsabilidade e a certeza de que ainda há muito a construir pelo Piauí.
Merlong Solano diz ser contra indicação de Iasmin Dias
Em entrevista à TV Antena 10, o deputado afirmou que não possui qualquer objeção a Iasmin, mas ressaltou que a indicação poderia ser interpretada como uma troca de favores.
Durante a entrevista, o parlamentar destacou que o PT tem o direito de ocupar a suplência de Júlio César, mas avaliou que o deputado estaria excessivamente alinhado e dependente do governador Rafael Fonteles.
"Acho que seria uma péssima ideia, seria uma sinalização de uma troca de favores entre Wellington Dias e Júlio César, do meu ponto de vista. Nada contra a Iasmin, uma jovem preparada, dinâmica, mas não seria bom para o PT e seria ainda pior para o ex-governador e atual ministro, e eu não acredito que Wellington Dias esteja engajado numa campanha para lançar sua filha", disse.
Fonte: Portal A10+