NO MARANHÃO

Familiares de Nicolau Terceiro voltam a apontar crime de execução: "Queremos uma resposta"

Família diz acreditar na justiça, mas pede celeridade na elucidação do caso


Familiares de Nicolau Jorge Elias Terceiro Waquim voltaram a afirmar que o empresário foi vítima de um crime de execução. Na manhã desta quarta-feira (23) o primo de Terceiro, Ulisses Waquim, pediu celeridade no processo para que os envolvidos sejam penalizados. 

Ulisses relatou à TV Antena 10 que a família quer respostas sobre quem teria cometido o crime e os motivos que levaram a morte de Terceiro, sobrinho da ex-prefeita de Timon, Socorro Waquim. 

  

Familiares de Nicolau Terceiro voltam a apontar crime de execução
TV Antena 10

  

“A gente vai cobrar acima de tudo justiça. Foi um crime bárbaro que toda a sociedade de Timon está perplexa e que isso gera um sentimento de impunidade. A gente confia na justiça, confia nas instituições, mas a cada dia que passa a família fica mais aflita. Tem sido uma rotina esse tipo de crime bárbaro. Então a gente que justiça, quer uma resposta, porque é o mínimo que a gente pode ter”, diz.

Ao A10+, o 11º Batalhão da Polícia Militar de Timon informou que Nicolau Terceiro estava na cozinha de casa quando foi alvejada a tiros. O crime ocorreu por volta das 0h20 do dia 18 de novembro, em sua residência no bairro Parque São Francisco, em Timon, Maranhão. Não houve sinais de arrombamento na casa. Terceiro foi executada com pelo menos nove tiros. 

A família caracteriza o crime como complexo e bárbaro. O celular de Terceiro foi levado pela perícia e vai passar pelo processo de investigação. Amigos relataram a TV Antena 10 que Terceiro  esteve em Teresina, meia hora antes do crime jantando com amigos.

O caso corre em segredo de justiça, mas a família faz o apelo para que informações sejam repassadas a eles.

  

Família diz acreditar na justiça, mas pede celeridade na elucidação do caso
Eduarda Araújo / TV Antena 10

  

“A única informação que temos é que pela forma é uma execução mandada. Mas a gente ainda não sabe as linhas de investigação porque está em sigilo. A gente tem informação que a delegacia está trabalhando forte, o Ministério Público também tem cooperado. Só que a gente precisa de celeridade, alguma informação direta das instituições”, encerra o primo da vítima. 

A missa de sétimo dia acontece por volta das 16 horas desta quarta-feira (23), em frente à praça São José, local símbolo da cidade.

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Fonte: Portal A10+


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