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Ivan Nowack preso pelo assassinato brutal do idoso José Pereira da Silva, de 81 anos, em Teresina, já havia tentado matar a própria mãe e o padrasto no ano passado, em Teresina. A informação é do delegado Danúbio Dias em entrevista exclusiva à TV Antena 10 e ao A10+, na manhã desta quarta-feira (11).
Na época do crime, o indivíduo chegou a ser preso. "No dia 27 de junho do ano passado, ele tentou assassinar o padrasto e a mãe a facadas. Naquela ocasião, foi acionado o SAMU para atender a vítima, o padrasto dele, ele tentou agredir o socorrista, e foi preso em flagrante, mas foi solto na audiência de custódia", explicou.

A defesa de Ivan teria apresentado um laudo constatando que ele teria o diagnóstico de esquizofrenia. "A defesa alegou que não tinha motivo para ele ficar preso e, naquela ocasião, ele apresentou um atestado médico, segundo o qual ele teria esquizofrenia, mas esse atestado médico é de 5 anos atrás", destacou.
Apesar do laudo, o delegado destacou que não pedirá exames sobre a doença, diante do grau de periculosidade apresentado pelo indivíduo. "O departamento não vai pedir para que uma junta médica o avalie, já que ele tem um discurso coerente e esse atestado médico é de 5 anos atrás. Se a defesa quiser alegar que ele é esquizofrênico, que ele possui doença mental, é a defesa que vai fazer. É evidente que esse indivíduo é violento e praticou atos de extrema violência contra um idoso, a própria mãe e o padrasto. O departamento solicitou a prisão preventiva dele, e, ontem, já foi decretada", afirmou.
Chocante: homem confessa que matou idoso, arrancou a língua dele com caco de vidro e a mastigou em Teresina
Ivan Nowack preso pelo assassinato brutal de idoso José Pereira da Silva, de 81 anos, em Teresina, confessou e deu detalhes do crime chocante à polícia. A vítima foi morta com golpes na cabeça e teve o rosto completamente desfigurado e a cabeça esmagada.
Em vídeo obtido pelo A10+, ele afirma que teria cortado a língua da vítima com um caco de vidro e chegou a mastigar, enquanto chutava o corpo. "Ele tentou novamente pegar o restos de cacos de vidro, só que eu travei os braços dele com meu joelho , ai comecei a agredir e perguntei é isso mesmo que tu quer? Dei murro, cotovelada, e comecei a pisar na cara dele. Com o caco de vidro, arranquei a língua dele, mastiguei e cuspi. Depois que ele estava meio inconsciente, fui lá arranquei a língua dele e chutei a cabeça dele", descreveu.
O delegado Danúbio Dias disse em entrevista à TV Antena 10 e ao A10+, na manhã de hoje (11), que o autor do crime relatou que teria sido abordado em um assalto pela vítima, que estaria armada com um pedaço de garrafa de vidro.
"Ele alegou que por volta de uma hora da manhã estava se deslocando para a sua casa e na BR-316, na versão dele, ele disse que foi abordado pela vítima. Nessa ocasião, a vítima teria anunciado um assalto e estava armado com um pedaço de vidro, provavelmente, uma garrafa quebrada. Nesse momento, ele alega que reagiu a esse suposto assalto praticado pela vítima, que correu. Nessa versão dele, a vítima teria corrido cerca de 500m até a casa onde a vítima foi assassinada. Lá na residência, ele disse que encurralou a vítima nesse beco, conseguiu imobilizar a vítima, um idoso de 82 anos, derrubou o idoso no chão e, em seguida, começou a dar socos no crânio da vítima. Além de ter confessado essa violência desnecessária e extrema contra um idoso, ele alegou que cortou a língua da vítima, tentou comer a língua da vítima e disse que logo depois cuspiu", afirmou.

O delegado ressaltou que o indivíduo relatou o caso com muita frieza e seguindo uma cronologia coerente com o que foi apurado até o momento. "Ele fala isso com muita frieza, com muita calma, ele não é um indivíduo que apresenta uma versão desconexa, ele apresenta tudo no mesmo tempo, só que para o departamento essa versão dele de que a agiu em legítima defesa a esse roubo praticado pelo idoso não faz sentido. Nós estamos falando de um idoso de 82 anos de idade, não faz sentido um idoso depois de ter ingerido bebida alcoólica, fugindo de um homem, de um jovem de 27 anos de idade. É um direito dele apresentar suas alegações, mas não convence, já que não é compatível com a realidade. No que tange a alegação dele de ter arrancado a língua da vítima, vamos aguardar a conclusão do laudo do cadavérico", concluiu.
Fonte: Portal A10+