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O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou novamente um pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena em regime fechado no 19º BPM (Batalhão de Polícia Militar) do Distrito Federal, a Papudinha.
Recentemente, a PGR (Procuradoria-Geral da República) se opôs ao pedido. E, para o ministro, não se verifica a presença dos requisitos excepcionais para concessão de prisão domiciliar humanitária, devido aos reiterados descumprimentos das medidas definidas pela Justiça durante o andamento do processo penal.

“Os atos concretos de tentativa de fuga, inclusive com rompimento do monitoramento eletrônico e o resultado da perícia médica oficial, no sentido da total adequação do ambiente prisional às necessidades médicas do apenado, com absoluto respeito à sua saúde e à dignidade da pessoa humana”, disse.
Três meses preso
No último dia 22 fez três meses que Bolsonaro está preso. O político cumpria pena domiciliar, mas acabou transferido da casa onde morava, no Condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico (DF), para uma cela na Superintendência da PF (Polícia Federal) e, depois, para o Complexo Penitenciário da Papuda, ambos na capital do país.
Em 22 de novembro de 2025, o Cime (Centro de Integração de Monitoração Eletrônica) do Distrito Federal detectou, por volta da 0h08, uma possível violação da tornozeleira usada por Bolsonaro e enviou comunicado sobre o fato ao STF.
O registro ocorreu horas depois de o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma vigília de orações em nome da saúde e pela anistia do pai, em frente ao Solar de Brasília.
Fonte: R7