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Familiares do agricultor Miguel Sousa, morto em um acidente de trânsito no dia 1º de janeiro de 2026, em Timon, no Maranhão, pede justiça e a prisão de envolvido na colisão que vitimou o trabalhador e deixou outros membros da família feridos. O condutor, identificado como Paulo Henrique, segundo os parentes, não teria prestado socorro após o impacto.
Ao Fala Piauí, da TV Antena 10, familiares relataram que o motorista estaria em alta velocidade quando atingiu o veículo onde estavam as vítimas. Eles também afirmam que o homem apresentava sinais de embriaguez no momento do acidente e que o teste do bafômetro não teria sido realizado pelas autoridades. A família voltava de um passeio quando ocorreu o acidente. Jardejane Vieira, filha de Miguel Sousa, falou sobre a perda do pai e das sequelas que a mãe têm do acidente.
“Nesse acidente meu pai veio a óbito e minha mãe está acamada porque não está conseguindo caminhar. Ela está muito ruim, fez cirurgia no punho que quebrou. Meu cunhado e minha irmã estão caminhando com ajuda de muletas. O cara estava totalmente embriagado, saiu do carro e não se aguentava em pé. A nossa revolta é porque nem o teste do bafômetro foi exigido dele. Ele destruiu a minha família e está solto”, declarou.
A esposa da vítima, Zeina, recebeu alta hospitalar recentemente, mas permanece acamada em casa, lidando com as sequelas do acidente. Ela passou por uma cirurgia no pulso, que quebrou durante o impacto. Jardeane Vieira, outra filha da vítima, contou que o motorista não teria procurado a família para prestar qualquer tipo de assistência.
“É uma dor muito grande ter perdido o meu pai e também uma revolta porque não estamos tendo apoio de ninguém por parte do envolvido. A gente quer justiça para a morte do meu pai não ser em vão”, disse à TV Antena 10.

A família também questiona os procedimentos adotados na investigação do caso. Para os parentes, medidas consideradas básicas não teriam sido realizadas no local do acidente. A sobrinha da vítima, Jarlany Santiago, afirmou que há diversas testemunhas que teriam presenciado o estado do motorista logo após a colisão.
“Não foi feita a perícia, o bafômetro, não foi feito nada. São mais de 15 testemunhas, da família e de fora, que viram o momento em que ele estava desorientado. É muito revoltante para a gente ver que ele está livre. Cadê a justiça?”, questionou.
Revoltados, familiares também cobram respostas das autoridades, alegando que houve negligência nos procedimentos iniciais. Além da responsabilização do envolvido. O caso está sendo investigado.
Fonte: Portal A10+