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Do Piauí para o Brasil, Wellington Dias e seu novo desafio

O novo ministro do Desenvolvimento Social encara a missão de acabar com a fome no país


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Empossado no comando do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o piauiense Wellington Dias (PT) se tornou um dos homens mais importantes do Governo Lula. Chefe da pasta considerada como o “coração” do governo, Dias terá alguns desafios a partir de agora. E o principal deles será modificar a situação do Brasil no mapa da fome mundial.

De acordo com um levantamento realizado pelas Nações Unidas, em 2022 o Brasil chegou ao percentual de 4,1% da população enfrentando a falta crônica de alimentos. Esse número está bem acima da média mundial de 2,5%, considerado pela ONU.

  

Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento Social
Jade Araújo / A10+

  

Entre os anos de 2019 e 2021, cerca de 61 milhões de brasileiros tiveram algum tipo de dificuldade para se alimentar e 15 milhões passaram fome. Entre os anos de 2014 e 2016, menos de 4 milhões enfrentavam insegurança alimentar grave.

Wellington Dias chega com a missão de mudar esses dados. Em seu discurso de posse, o ministro garantiu que dará prioridade ao povo pobre e que ampliará o cadastro das pessoas que estão abaixo da linha da pobreza. E para isso, ele conta com o apoio do presidente Lula e da executiva nacional do seu partido, o PT.

Considerando um dos homens de confiança do chefe do Executivo, Wellington Dias foi indicado para chefiar o Ministério do Desenvolvimento Social, desbancado a ex-presidenciável Simone Tebet, por essa ser uma pasta chave para o cumprimento de uma das principais promessas do presidente: acabar com a fome.

E para isso, o ministro já “arregaçou as mangas”. Em uma das primeiras agendas, teve uma audiência com a Organização das Nações Unidas para tratar sobre alimentação e agricultura em um trabalho conjunto entre a ONU e o Governo Federal. Além disso, vai ter o poder de coordenar o Bolsa Família e o benefício de R$ 150 para crianças até 6 anos de idade, com recursos provenientes da aprovação da PEC da Transição, aprovada pela Congresso Nacional, com a sua influência direta.

E essa será a meta. Atender à população, fortalecer a popularidade que se tornou marca registrada do governo Lula e colocar comida do prato dos brasileiros.

Fonte: A10+ Brasília


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Por Fernanda Martinelli

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